segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Velhas cartas de amor

                                 ( In memorian )

Velhas cartas de amor... achei-as jogadas a um canto,
Peguei-as com minhas mãos trêmulas e adormecidas,
Deixando lagrimas correrem no meu rosto em pranto,
Pelas lembranças afloradas - de nossas pobres vidas!

Tudo que fomos um para o outro o destino destruiu,
Pelas mãos firmes e fortes... de uma assassina cruel,
Esse crime prescreveu à revelia - Assim, é no Brasil.
Meu consolo - é que meu amor - agora vive no céu!

Assassina: O vale das trevas te espera... calmamente!
Pois, a lei de causa e efeito e o juiz esta na tua mente.
Peço à Deus, que me ensine como amar... e perdoar!

Velhas cartas de amor - em meu coração vou guardar,
Nenhuma delas ficará ao léu... num canto, esquecidas,
Todas elas lembram sonhos perdidos de nossas vidas!

Ofertório:
O tempo - cicatriza todas as feridas abertas na alma,
Porém, as lembranças emergem do nosso passado,
E de repente - a gente sente - o mesmo trauma,
E a dor que faz reviver a perda do ser amado!

ET 
Velhas carta de amor : 
Jamais ficarão jogadas a um canto, esquecidas,
Pois, elas me lembram projetos, metas e inocentes utopias,
Elas me lembram nossos sonhos e nossas vidas...

Itanhaém, 18 de setembro de 2017

Jose Aloísio Jardim   Sêo Jardim )

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