Hoje, olhamos para o passado com uma certa dose de saudosismo, principalmente, quando trata-se da família, constituída nos moldes da sociedade tradicionalista, com suas manhas e artimanhas, que primava pela união dos casais e dos "filhinhos"... que nunca crescem aos nossos olhos.
Hoje, os casais se separam como quem troca de camisa... e quem tem os pais, vivendo em harmonia, pertence ao rol dos alienígenas... e o assunto é tratado com compreensão e tolerância, devido ao fato tornar-se corriqueiro, pois, a quantidade de separações faz parte das estatísticas ascendentes, porém, encaminhamos as crianças ao consultório do psicanalista, para abrandar o impacto causado no meio social em que vivem... Vivem?...
Consultórios repletos de petizes infantis, antes e pós puberdade, buscando as razões e os porquês da vida familiar, que não tem mais estabilidade emocional, ficando, nas mãos dos terapeutas e das professoras, que tentam minimizar a situação caótica, com que esses espíritos imberbes vivenciam sem compreender, na busca de respostas para os novos paradigmas das famílias, vivendo, cada um para um lado... oposto!
Aí, acontecem as visitas aos filhos, deixados com um dos cônjuges, que tem a guarda dos rebentos do amor... ao relento!
A somatização ( enfermidades... ) dos sentimentos represados, sem capacidade para entender, vira atrofiamento dos movimentos e da locomoção, atravessando o quarto escuro da dor e do desamor, indo cair nos abismos dos sentimentos desdenhados pelos genitores...
É, a culpa é sua, viu?
É, a culpa é sua, viu?
É assim que funciona a Lei de causa e efeito...
Mas, há um outro viés, que é a aprovação da separação, quando perguntamos a opinião da criança: " Meus pais se separaram, agora, estou livre para fazer o que quiser... Graças à Deus!... Ainda bem!"
No novo modelo familiar, com os divórcios em alta, tudo parece que está correto, e que os problemas que afligiam o casal, sumiram... Ledo engano! Apenas mudaram de endereço...
Quando se fala da hiperatividade da criança, não podemos deixar de ver o que está à nossa frente, devido ao simples fato de não ter pai, mãe ou família, igual a todo mundo... então, a hiperatividade é uma forma de "fuga" do mundo dolorido, que ensombra a sua alma e os seus dias, convivendo com "amiguinhos" que não são iguais aos seus pais:
É a falta de contato físico, diálogo, gestos de amor e carinho, cuja ausência, torna a criança, totalmente, hiperativa ou depressiva... resvalando para o lado escuro da força, como diria o Gedai, Luck Sky water, filho de Darth Vader...
Quando se fala da hiperatividade da criança, não podemos deixar de ver o que está à nossa frente, devido ao simples fato de não ter pai, mãe ou família, igual a todo mundo... então, a hiperatividade é uma forma de "fuga" do mundo dolorido, que ensombra a sua alma e os seus dias, convivendo com "amiguinhos" que não são iguais aos seus pais:
É a falta de contato físico, diálogo, gestos de amor e carinho, cuja ausência, torna a criança, totalmente, hiperativa ou depressiva... resvalando para o lado escuro da força, como diria o Gedai, Luck Sky water, filho de Darth Vader...
Ofertório:
Fazer filhos é fácil e gostoso,
mas, cuidar deles, decentemente,
é difícil e oneroso...
Não há desculpa para o desdém,
desde que teu filho era neném,
pois, a tua omissão,
pelo capricho de viver "bem",
terás como sentença...
Visitá-lo... na prisão!
Vivemos presos, em liberdade, na vida,
quando não temos, dos pais, o suporte,
que só nos enseja, a própria morte,
pela perda de uma pessoa querida!
Cada um, é responsável pelos seus atos!
Não seja com seus filhos: Como Pilatos!
Cada um, é responsável pelos seus atos!
Não seja com seus filhos: Como Pilatos!
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