Todas as palavras são fatídicas, dizem, até, que elas tem poder...
Acho que existe uma certa verdade nesta assertiva, pois, quando a agente fala com alguém sobre determinado assunto, as nossas palavras não caem no vazio... elas penetram na alma humana como um raio na escuridão, iluminando, por um momento as trevas da noite densa e impenetrável do nosso "eu". quase que. inatingível, assim, é com nossa alma quanto ao entendimento, quando alguma coisa nos é dita mesmo que, imperceptivelmente, um tanto veladamente, aguçando nossa alma e nosso espírito, sempre pronto a entender os mistérios da vida e das coisas, porém, com uma certa surpresa ou uma certa curiosidade, dependendo de como nossa percepção capta e entende as palavras...
Somos polos receptores de ideias, imagens e palavras, mas, muitas vezes, somos caminhantes na contra mão do entendimento, que nos incita a sermos desbravadores de quimeras, ilusões e fantasias...
Aí, colocamos as palavras no lugar do pensamento, e o que falamos, acaba por nos deixar à beira do caminho das atitudes, que não voltam atrás, e tornamos reféns de nós mesmos e da imponderabilidade da vida...
Afinal, o que é a vida?
Afinal, o que é a morte?
Entre o morrer e o viver, consta dos autos, entre os dois axiomas, as palavras de Jesus: " Eu sou o caminho, a verdade e a vida..."
Todas as palavras são necessárias para exemplificar e testemunhar o óbvio!
Dizem, também, que a palavra é de prata, mas, o silêncio é de ouro!
Que, quem cala, consente!
Que temos que pensar antes de falar, para não dizer bobagem.
Uma coisa é certa: Todas as palavras - são importantes!
Dizer ou não dizer, é uma questão de bom senso, razão e lógica, aplicada ao nosso dia a dia, porém, saibamos que, assim, como a flecha lançada, a pedra jogada e todas as palavras faladas... não tem como voltar atrás!
Meditemos!
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