Nome comum nas plagas brasilis, esse tal de José, assume o sarcasmo do seu viés literário contundente e voraz, que detona as mais arraigadas teses filosóficas e políticas dos partidos, sem estar filiado a nenhum e, livre como um pássaro, canta aos quatro cantos suas cantigas, ora de ninar, ora de acordar...
Há um contraste neste diletante transmissor de idéias e ideais, pois, é ao mesmo tempo, caçado e caçador...
É um pessimista do presente, com a política em franco desmando, e um otimista do futuro, com as infinitas possibilidades de realizar tudo pelo social, numa prática justa e perfeita, por governantes conscientes de seus deveres e obrigações... mas, abomina o fanatismo político, que mais destrói do que constrói pontes, entre a igualdade e a liberdade de realizar o melhor para seus eleitores, que os colocaram no ápice do poder temporal...
Os movimentos empreendidos, para resolver problemas antigos, com novas idéias, era a sua perdição, pois, o sistema, não queria e não dava tréguas para campanhas deste teor - entendendo, por que assim o queria, -que tais atitudes de cidadãos de bem, era um perigo para a classe política dominante, e tudo fazia para impedir o sucesso de tais empreitadas...
Que me lembre, quando foi que o sistema colaborou com o povo de um modo condescendente? "Never!..."
A repressão era totalitária, arbitrária e sanguinária!... E continua, assim, com alguns e outros senões...
J.C. aceitou integrar vários partidos, para ver se havia uma luz no fim do túnel, na filosofia abraçada por esses partidos, mas, como eram muitos, a multiplicidade dos meios acarreta a dispersão do fim... E J.C. fez sua opção, ao filiar-se a um desses chamados " de direita..."
Ao analisar os mesmos, de um modo geral, acabou por concluir, que todos eram, "farinha do mesmo saco", pois, o que mudava eram as moscas, porém, o resultado da defecção era o mesmo, infelizmente...
Assunto finalizado? De jeito nenhum!
Por motivos óbvios, passou a detestar os políticos e suas artimanhas, para continuar no poder, sem nada fazer para quem os colocou "nas cadeiras cativas" do mandato... nutria um certo desdém pelos planos de governo, que nunca eram levados a efeito e pelas promessas, que nunca eram cumpridas...
Essa, era uma parte, que pertencia à educação do povo, que ficava preterido neste quesito, para que "a ditadura democrática", continuasse sua trajetória, guiando os ignorantes, onde é mais fácil de dar as ordens e as cartas marcadas... Um contingente, sem cultura, sem conhecimento e sem educação, é mais fácil de governar e definir diretrizes, fazer e desfazer ao bel prazer, usurpar, condenar, acusar... e até, a vida ceifar!
As injustiças sociais, um dia terão fim... e o vale das trevas será pequeno neste palco que te caberá!
Há urgência de uma política pública, voltada para o bem de todos os cidadãos; uma reforma do nosso Código Penal Civil - de leis retrógradas - não mais aplicáveis ao Brasil, deste século XXI e suas necessidades básicas, em face às mudanças sócio-econômicas e outras.
Os poderes, tri-partite, tem muitos deveres e obrigações relegadas ao ostracismo... Isso, é um acinte e um desdém, ao cidadão de bem.
Luto a luta vã, para destruir as falsas idéias e ideais, dos políticos renitentes e resistentes, em praticar a justiça e erguer a bandeira da moral e da ética - nos seus mandatos!
Até quando, iremos tolerar-vos?...
As ideologias dos partidos pertencem à zoologia científica dos brutamontes!
Não sei onde estou, mas, sei para onde vou: Vou para a luta.
AS ATIVIDADES POLÍTICAS E AS FORMAS DE GOVERNO, É QUE ESTÃO ERRADAS, ARCAICAS, OBSOLETAS... SERIA - O SOCIALISMO CRÍSTICO - A VEREDA IDEAL?...
Minha critica não é pessoal: É nacional! O equilíbrio social e econômico, não se encontra nas investidas de arrocho de imposto, e sim na balança com o pêndulo igualitário, entre o que pode e o que se deve pagar, pois, a fome, sempre foi uma má conselheira... e ela advém dos maus governos e das revoluções ensandecidas entre irmãos... de sangue vermelho. Aí, a violência toma conta de tudo. A criminalidade ( latrocínios, sequestros, assaltos e outros delitos... ) atinge patamares nunca imaginados - temos uma guerra civil nas nossas portas, nas ruas e em qualquer lugar - devido ao desemprego, educação incipiente, saúde caótica, segurança deficiente... entre outros fatores de risco, à estabilização, dita democrática!
Regime despótico e absoluto é um erro, o demagógico/democrático, também...
Indigno-me com a violência urbana, do poder público, das massas dirigidas e de qualquer natureza...
Há, dentro de mim, uma revolta sentimental...
Não sou um revolucionário das armas e do belicismo contumaz, e sim, das palavras ditas e não ditas, ainda!...
Obs: J.C. é: José do Carmo
Sem correção, vai na íntegra! E o tempo do texto mistura-se com o presente, passado e futuro...
itanhaém, 01 de nov de 2015
José Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
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