Flores... Cartas de amor... E presentes!
Nada disso... Sei que não adiantou,
Você não me gosta... ( Dizem os maledicentes. )
Insistindo neste amor... Ainda vou!
Você já me disse, que pareço com um sapo,
E de príncipe... estou mais para um serviçal,
Que não serve para polir o seu sapato de cristal...
Esse amor me leva ao "nocaute", sem levar nenhum sopapo,
E seu desdém... É muito mais, do que uma simples aversão:
Acho até que ele é o fruto amargo... De outra reencarnação!
( Vou terminar este soneto, invertido, com dois quarteto: )
Sei que você, para mim... Nem se lixa,
E não abre a porta do seu coração,
Vou fazer uma chave "mixa",
Para entrar... De sopetão!
A conquista de uma mulher... Quando ela é espinhosa,
Acaba nos dando uma força... De um temido leão:
Tudo parece igual, a estória do cravo e a rosa,
Ou de Tristão e Isolda, na sua comparação!
Itanhaém, novembro de 2015
Jose Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
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