Fui na mata, colher palmito pupunha,
Saí de lá... correndo como um louco,
Acossado por uma anã chikungunha,
Mas, escapei, dessa vez - por pouco!
Mas - falando de saudade.
Mas - como é que a gente mata a saudade,
Se todos sabem - é ela que vai nos matando,
Não tem caminho... nem solução que agrade,
E de saudade - a gente mais velho vai ficando.
Se eu, matar a saudade... serei um assassino?
É melhor, deixar ela vivendo... impunimente?
A saudade faz parte... do nosso vero destino?
Muitas perguntas sem respostas, infelizmente!
Sabemos de cor e salteado... que a saudade,
É a ausência... de quem não está presente,
E essa falta... quem ama, no peito sente...
Portanto, decidi, por minha espontânea vontade,
Vou cultivá-la no coração como se fosse uma flor:
E assim vou vivendo - de saudade do meu amor!
Oferta:
Como é que a gente mata a saudade?
Isso... ninguém sabe e ninguém vê,
Saudade, é semelhante a felicidade:
A gente sente - sabendo - o porquê!
Itanhaém, 20 de nov de 2015
Jose Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
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