Certa vez, fui ao Cartório de registro civil,
Para fazer - um documento de averbação,
Mas, ao chegar, era o dia primeiro de abril,
E ninguém queria me atender: Provocação!
Virou-se para mim, o meu amigo Ricardo,
Dizendo, que era... a hora do seu almoço,
Fiquei, danado de raiva... fiquei meio pardo,
Sentindo a fúria que sentia quando era moço!
Aí o pessoal do Cartório, falou que era brincadeira,
E que aquele dia era o dia da mentira: Era sexta feira!
Então, deixei o dito pelo não dito, para terminar a história!
" E o meu documento? Quem é que vai me atender?"
Aí, veio o Jairton - priorizando - uma outorga uxória:
Se não fossem as amizades, outro seria meu parecer!
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Ainda bem, que no Cartório... ninguém trata - de homicídio,
Senão, seria uma bagunça e a coisa não ia ficar, tão amena,
O termo seria diferente... mudaria, somente, para uxoricídio:
E eu seria atendido, quem sabe, pelo amigo: Ricardo Baena!
( " In memorian, ao meu irmão de ideais: Molina Cervantes que, algum dia,
em algum lugar, faremos outras viagens... como antes."
" Fica, por a cá, aos meus queridos irmãos: TFA com SFU
Glória ao GADU!
Itanhaém, 03 de nov de 2015
José Aloísio Jardim ( Sêo Jardim )
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
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