quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Os rejeitos da Samarco

Antigamente - havia flores e passarinhos,
Era vida, era paz, era alegria pelos caminhos,
Hoje - a imagem é apenas a dor de um charco,
Pelos rejeitos da irresponsabilidade da Samarco!

São as grandes catástrofes, punições que nos visitam,
Pela Lei de Causa e efeito a que estamos submetidos,
E nossos defeitos, sem entender as razões se precipitam,
Acusando, sem as lembranças, de fatos e atos já vividos!

A biodiversidade chora... As barragens - foram rompidas!
E o que faremos agora - do que restou... de nossas vidas?
A bacia do rio doce tornou-se um vale amargo de desditas!

Porém, as dores superlativas, são rumos e veredas benditas,
Que não atingem a nossa mente - pela falta de compreensão:
Pois a resposta estará, certamente, no fator da reencarnação!

Oferta:
É a ganância do homem, desde prístinas eras, que modela a dor:
Egoísta, injusto, dominado pela soberba... e a prepotência contumaz,
Ficamos divorciados do Evangelho... que é o único Consolador,
Contra o nosso destruidor... à quem chamamos, de diabo ou satanaz!
E.T. - Todos os nossos defeitos ficam aprisionados no nosso espírito,
São semelhantes aos rejeitos na barragem dos nossos sonhos oníricos!

Itanhaém, 12 de nov de 2015

José Aloísio Jardim   ( Sêo Jardim )










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