Daqueles, que os pais sentem, comumente...
Pelo simples fato de criá-los para mim,
Como se eu fosse seu unico dono, enfim...
Quando meus filhos eram pequeninos,
Cuidei de suas doenças e de suas dores,
Quando eles cresceram, depois de meninos,
Preocupei-me com o despertar de seus amores...
O tempo, inexorável, mostrou-lhes a outra face,
Aquela que despertou, as decisões para a vida...
Não queriam ter mais um pai, que os escutasse,
E mostrasse o melhor caminho para a partida...
Sempre me questiono se fui um bom pai e amigo,
Que os ajudasse nos dias e nas horas de perigo!
Consola-me sobre as minhas atitudes de aquem,
A premissa: Se pode-se dar aquilo que se tem...
Faltou para mim as qualidades maravilhosas,
Que um pai possui, quando evoluído ele o é:
Minhas ignorâncias não foram maldosas!...
Minha forma de amar estava na minha Fé,
Que tudo certo fazia em nome de um Deus,
Que sempre acreditei: AMADOS FILHOS MEUS!
Nesta poesia venho lhes pedir perdão por não ter sabido amá-los como um pai exemplar, que ficasse imortalizado em suas memórias, com aqueles momentos felizes que os outros pais afertam aos seus filhos... Espero tê-los ajudado, na estrada da evolução com o que eu podia lhes d ofertar do melhor de mim... Pois, é a vida que é assim!
Oferta:
Para: Anna Paola, Erick, Marcel, Daniella, Douglas, Sarah e Felippe: AMADOS FILHOS MEUS!
" - Filhos, ( Diz o poeta ) é melhor não tê-los,
mas, se não os temos, como sabê-los?"
J.A.Jardim ( Sêo Jardim )
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