Marco Aurélio: O Alcaide da nova esperança.
Parecerão, as minhas palavras: “ Um
aviso aos navegantes!...”
Os
candidatos se prepararam para o pleito eleitoral, da “Pedra que canta”, para disputarem uma das mais acirradas
eleições Municipais, da região metropolitana da Baixada Santista, na cidade de
Itanhaém, no Estado de São Paulo.
Geralmente,
os que almejam o cargo do Executivo, como sói acontecer, todos acham que já
ganharam...
Isso
faz parte das expectativas e dos sonhos acalentados, pelos que desejam,
ardentemente, o poder de governar... E, nas palavras textuais da nossa
Constituição, deve ser “ Um governo do povo para o povo...”
Embrenham-se
numa disputa, onde o calor das paixões, incontroladas, levam os interessados,
aos erros e deslizes contumazes, dos antecessores da jornada política, que ora
iniciam, não medindo esforços para denegrir seus concorrentes, na ânsia de, com
isso, ganharem os tão esperados votos, tentando macular a honra do opositor,
denegrindo seu passado e alvejando os familiares, com os tiros certeiros da
calúnia, maledicência e intolerância fraternal... É um horror e o começo do caus!
“
- É um criadouro de inimigos políticos...” Como diria o coronel Ramiro Bastos,
personagem da obra, impecável, de Jorge Amado!
Dois
nomes despontaram na preferência do eleitorado, mas, somente um seria o
vitorioso...
As
opiniões se dividiram, quando os candidatos começaram a fazer seus comícios e
reuniões, com os munícipes, indo de casa em casa, apresentando seus planos de
governo, seus projetos e o empenho de suas palavras, para as resoluções das
carências das comunidades, que existe em todo lugar, com raríssimas exceções...
Olho
no olho, para ganhar a confiança...
Um
abraço aqui, um beijinho ali, uma promessa acolá...
Sem
me alongar nas estratégias de conquista do voto, que decide quem vai assumir,
essa difícil e fascinante cadeira do Executivo, volto no tempo, tão recente, e
vejo que esse pleito foi igual aos demais, nas suas configurações elencadas
acima, porém, caminhou na tranquilidade dos grandes eventos da democracia, que
tantas vezes elevou nossa imagem de pacifistas, aos países do primeiro mundo e
outros tantos, que tem uma pontinha de inveja deste espírito conciliador do
povo brasileiro... Salvo algumas exceções, pontuais, que não geram índices
estatísticos...
Quando
fomos às urnas depositar nossos votos, depositamos, junto com eles, as nossas
mais sonhadas esperanças, e os nossos anseios de viver com dignidade e justiça,
na transparência dos atos do Executivo, o que vale, também, para o Legislativo
e o Judiciário...
O
que passou é página virada... Pertence ao pretérito!
E
a página seguinte está em branco, aberta para ser escrita no uso do
livre-arbítrio, da consciência e transparência, de cada Edil e do Alcaide,
vitoriosos!
Gostaríamos
que as mudanças não viessem das sugestões e cobranças da oposição, e sim das
atitudes e promessas, se eleito fosse, pelos que votamos e acreditamos, em uma
Itanhaém, não somente que deva continuar, mas, superar os limites dos
horizontes, que descortinam nesta nova Gestão Municipal, onde diria que: No
papel e nas palavras, seu Plano de Governo é maravilhoso, agora, não procure os
caminhos sinuosos da prática nas veredas do esquecimento... Se o povo está
contigo não o faça seu inimigo!
“ – Marco Aurélio, você é: O Alcaide da
nova esperança. Não a mate!”
Oferta:
Eu achava, que seu opositor ia vencer,
Mas no jogo da política só é vencedor,
Aquele que consegue, ter olhos de ver,
Com o coração: Quem é o seu eleitor!
Itanhaém, 08 de outubro de 2012
José Aloísio Jardim
Bacharel em Turismo pela FIA/USP Nº
982836
Pós-graduado em Gerente de Cidades pela
FAAP
Vice Presidente da Academia Itanhaense
de Letras
Ex. Assessor da Secretaria de Saúde –
PMI - 1999/2000
E tenho dito!
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