O homem é um ser social que não foi moldado para ajusta-se ao seu "Habitat", ao contrário dos irracionais, que tem o seu "kit" de sobrevivência imantado aos seus instintos, transformando, assim, o homem num grande paradoxo, onde sua aparente fragilidade permite que se adapte em todos os ambientes...
O homem transforma o meio em que vive antes antes de vivenciar suas asperezas e comodidades, através da sua aquisição cultural, ou seja, conhecimento, talento e seus dons de imaginação, como voar pelos céus das descobertas de novos horizontes, advindo daí, o aprendizado de poder criar, combinar, inventar e planejar as mais intrincadas formas de poder usar seus dons de forma ascendente, nos diferentes tempos da humanidade!
Não podemos eternizar as conquistas no tempo pretérito da relógio da vida, pois, as continuidades surgirão, sempre, derivadas dos pensamentos de uma civilização para outra; de um tempo para outro...
O homem é igual a um rio que segue, serpenteando, pachorrentamente, seu destino rumo ao mar e, no seu trajeto, vai contornando todo tipo de obstáculo...
As épocas que vivenciou exige reflexão sobre as incoerências do mundo pelos atos de seus semelhantes, em razão do poder temporal das ordens religiosas, política e outras... nem tanto!
Minha abordagem e anotações indeléveis refletem o fascínio que sinto pela capacidade que tem de ser, ao mesmo tempo, advogado de defesa, juiz e carrasco, ao usar de autoridade, condescendência e indiferença pelo semelhante, para exprimir sua natureza, essencialmente, humana, mas, sem libertar-se do jugo de sua consciência, que o faz sofrer pelo peso do remorso, ou da Lei de Causa e Efeito, passando a evoluir pela dor, quando poderia ter feito tudo pelo amor, em direção ao Grande Arquiteto do Universo para, finalmente, habitar uma das "moradas da Casa do Pai" que é o seu grande destino escrito nas estrelas...
E aceito pelas ordens religiosas sem preconceitos e pensamentos pré-concebidos!
Resumindo: O homens sapiens é diferente do homem spiritualis, pois, enquanto um abraça o porco-espinho da dor, o outro entrelaça as mãos do semelhante... Com muito carinho e amor !
E tenho dito!
J. A. Jardim ( Sêo Jardim )
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