quinta-feira, 1 de maio de 2014

Poemeto da vera ilusão


Penso e...
Procurarei teu corpo
e me perderei,
nas curvas,
sinuososas,
das tuas pernas,
lascíviamente,
gostosas...

Nas minhas
mãos,
ficará o perfume,
inebriante,
das tuas mãos...

Teus beijos,
deixarão,
marcas profundas,
na minha
epiderme,
e na minha alma...

Este amor,
bandoleiro,
viverá de chegadas
e partidas,
e sendo inquieto
e insano,
sofrerá
pela ausência
da tua presença,
com o passar
dos anos...

Penso e...
"Quando te beijo,
quando te acaricio,
aumento o teu desejo,
como uma gata... no cio!"

Somos feitos,
um para o outro,
enfim,
meio... sem jeitos,
somos
como a rosa e o jardim...

Teu nome...
Teu nome pode ser Maria,
ou outro nome qualquer,
mas, Maria, combina
melhor,
sendo, de Jose:
A última, grande mulher!...

Utopias, quimeras e fantasias,
Desejo e amor platônico, são:
E fazem parte... todos os dias,
deste: Poemeto da vera ilusão!





  


















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