Um barco jogado ao léu,
um mastro pendente,
sua quilha presa,
na areia,
do chão,
da maré cheia...
Lá no céu brilham as estrelas,
refulgindo, nas águas do mar...
Água e areia do mar,
querem o barco sepultar...
Um barco, tem como destino:
Navegar...navegar...navegar...
Pergunto... sem ter resposta,
o porque deste encalhe fatal,
viver, assim, ninguém gosta,
nem o barco em ânsia mortal...
Mar, grandioso e gigante,
faça valer o teu grande poder,
desencalhe o barco... ofegante,
para navegar nas tuas águas...
E voltar a viver!
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
Assinar:
Postar comentários
(
Atom
)
Nenhum comentário :
Postar um comentário