Sou como fogo-fátuo que sobe dos cemitérios,
nas noites de luar da minha São Lourenço,
e dos contos de assombração: É um caso sério,
que nunca esqueço e neles... sempre penso!
Meu amigo de serenata: O Geraldo Nicola,
em noites de lua cheia ou outra que fosse,
e os outros colegas... Da minha escola:
Essas lembranças tem um gosto tão doce!
( Minha professora do ginásio: A dona Dinah,
onde andará? )
Hoje, só resta a saudade adolescente e criança,
esse tempo que passou e vive ao léu,
deixando-me tão triste - e sem esperança...
O Parque da Águas é um pedaço do céu,
e tudo parece das águas da alma emergir,
mas, a vida é um rio... na correnteza a fugir!
Itanhaém, 02 de jun de 2008
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