terça-feira, 2 de julho de 2013

Coisas do amor ... coisas da vida!

Dizes que sou um "galinha..." e que as minhas palavras de amor são verdadeiras mentiras, lorotas para enganar trouxas... que sou um Don Juan de quinta categoria, e que eu não vou mais te enrolar, como tenho feito a tanto tempo, perdido nas memórias das tuas emoções de mulher, que acreditava no amor eterno... e o teu desejo era que fosse para o inferno, para pagar os meus pecados imortais!
Creio e entendo que tu tens razão, mas, não totalmente, pois, se te disse e fiz juras de amor, é porque, realmente, as senti, embora, para outros amores as tenha feito, mas, sempre foram verdadeiras aquelas que murmurei aos teus ouvidos...
Nunca foram tão fortes e singulares... não há como estabelecer comparações, e parâmetros não encontro, para justificar as diferenças que existem, somente, dentro do meu coração e, infelizmente, tu não podes ver com os olhos materiais...
Porém, tentar justificar é o mesmo que me condenar ao báratro profundo, para onde teu coração já me destinou, ao me julgar sem ao menos, antes, ter-me ouvido...
Aceito tua condenação e teu desprezo ao meu sincero amor, mas, um dia, quando o tempo branquear os teus cabelos e a idade provecta, avançar nas tuas carnes, enrugadas pelo tempo, que passa inexorável, talvez, te sintas tocada pelo tênue fio que liga as possibilidades, e aceites que perdestes a chance de viver um grande amor, na plenitude de tuas emoções, que este sentimento provoca naqueles que acreditam na sua existência, e se entregam, de corpo e alma, para viver a tão decantada felicidade à dois...
Tempo perdido em amar é como perder tempo em não "fazer" amor, pois, o amor que deixamos de "praticar"... não se recupera nunca mais!
As oportunidades que perdemos, não voltam, jamais... e o tempo, também, não!
E para os novos tempos do presente e do futuro, compete, a cada um, mudar o fim da história, cujos capítulos, ainda, podemos escrever... pois, há prazeres para todas as idades!
As coisas do amor e da vida, são oportunidades, ainda, não vividas, basta que sintonizemos a razão, a lógica e o bom-senso, para decidir que caminho seguir, porém, " quem não sabe para onde ir... qualquer caminho serve!"
Então, fui!
 
 
 

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