Na encruzilhada da vida,
foi que nos encontramos,
e nem sei como explicar,
porque nos apaixonamos!
Aí, meus dias cinzentos,
começaram a ser embalados,
pela esperança
mas, o destino, o meu:
Fleumático,
brincava comigo
como se fosse criança...
Precisavas encontrar um remédio
para os teus momentos de tédio,
mesmo sabendo
que sou diabético,
com tratamento continuado,
pela insulina
paliativa do teu amor...
E de que adianta falar?
Se, nos teus gestos,
e na tua arte de representar,
me deixastes perceber,
que, em breve,
me jogarias nos lixo,
quando acabasse,
definitivamente:
O teu capricho!...
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