terça-feira, 16 de julho de 2013

Almas separadas

Este amor, que emerge das ondas,
que o mar enrola jogando na praia,
quando na areia minha alma sonda,
seus segredos, e ao sabe-los: Desmaia...

Saístes do alcance dos meus olhos,
indo para o fundo de minha alma,
hoje, os meus dias são os abrolhos,
que me mata: Tirando toda a calma...

Os abrolhos são as dores da vida,
em nossas almas - acorrentadas,
em nossas almas - mal amadas!

Minha amada e minha querida,
vivo procurando uma solução,
mas, só achei: A reencarnação!

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