Este amor, que emerge das ondas,
que o mar enrola jogando na praia,
quando na areia minha alma sonda,
seus segredos, e ao sabe-los: Desmaia...
Saístes do alcance dos meus olhos,
indo para o fundo de minha alma,
hoje, os meus dias são os abrolhos,
que me mata: Tirando toda a calma...
Os abrolhos são as dores da vida,
em nossas almas - acorrentadas,
em nossas almas - mal amadas!
Minha amada e minha querida,
vivo procurando uma solução,
mas, só achei: A reencarnação!
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