" - Sou como um pássaro que gorjeia,
e no cantar procura sua amada,
não sabendo se ela é bonita ou feia,
mas, ansiosamente, é esperada!"
Meu cantar, hoje, é de nostalgia,
de um tempo e amor que morreu,
e que jaz, sob a lápide, tão fria...
porque, não és minha e não sou teu!
Canto desafinado e sem esperança,
mas, não choro o amor que partiu,
na tarde agourenta e ninguém viu!
" - Sou pássaro que no galho descansa,
olhando o céu das grandes imensidões,
cantando, plangente, amores e solidões!"
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