Quanto tempo passado,
daquele tempo de criança,
quando tanta gente maldosa,
dizia que a gente,
"éramos namorados"
que a gente era gay...
Ninguém podia entender,
quando, nas noites de lua cheia,
viam nossas mãos entrelaçadas,
porque tínhamos um medo danado,
das estórias contadas,
pelos mais velhos,
que diziam e juravam,
que havia mula sem cabeça,
saci-pererê e assombração...
Era gente... danada de fofoqueira,
que só tinha maldade no coração,
e faziam da nossa amizade,
para a época: Uma aberração!
Oferta:
Não vou gritar para o mundo,
a nossa doce inocência...
Só peço, à Deus,
para o fofoqueiros e caluniadores:
A Sua Misericordiosa Clemência!
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
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