segunda-feira, 22 de julho de 2013

Inesperadamente

Quantas vezes, tive vontade de possuir-te
com a malícia, voluptuosa, de um amante
cheio de desejos:
Desejos inconfessáveis e pecaminosos,
nas curvas sinuosas do teu corpo!
Tive ímpetos de abraçar
e aconchegar teu corpo junto ao meu,
do jeito que um homem abraça uma mulher,
que, em seus sonhos, sempre viveu...

Hoje, passado um longo tempo,
só resta-me a saudade e a dor,
companheiras inseparáveis,
do que busquei em ti,
das emoções passageiras que nunca realizei
e que nunca esqueci...
Assim, são os meus devaneios,
perdidos,
na miragem de teus seios,
e do teu olhar inocente,
que ainda me perturba,
todos os dias:
Inesperadamente!

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