terça-feira, 25 de agosto de 2015

Chose de loc...

A minha tristeza - minha filha única - era tão grande que seduziu a minha alegria que ficou gravida de uma linda criança chamada esperança que espero que cresça e me ampare quando a minha dor envelhecer e eu não puder mais ser feliz como é o desejo de todo pai no ocaso da lida cotidiana...

Tentei fugir de mim mas me encontrei brincando na praia olhando as vagas do mar morrendo de saudade dos náufragos que faleceram de ataque cardíaco no mar dos sargaços...

Na tua vida sou como um peixe fora d`água que morre na praia dos pesadelos meus... e dos sonhos teus!

Vejo a criança que mora dentro de mim e as lágrimas que correm como as águas que correm para o mar mas tudo isso é a carência que sinto de ti com o teu desdém me mordendo como se eu fosse uma isca e tu a sereia sorrindo na areia...

Não não vá embora fique mais um pouco senão vou ficar louco louco de saudade de ti...queres ir? Então vá suma da minha vida me deixe só me deixe em paz... Paz?... Que paz?... Sem ti a paz é apenas uma palavra do dicionário que apaguei do meu relicário por ser tão otário... ainda bem que não me chamo Olegário..

" - Às vezes, a vida não tem ponto, vírgula, travessão, exclamação, etc e tal, mas, tem muitas interrogações e  reticências..."

Je t`aime
Eu não consigo te esquecer,
sem ti -  não sei mais como viver,
tu és a razão da minha vida e o começo,
de tudo que sou, por isso, não te esqueço!

Para viver ao teu lado tudo fiz,
pois, eu só queria ser feliz,
tu és a única mulher,
não quero outra,
qualquer...

Não te quero - como minha escrava!
Não te quero - como minha amiga!
Nos meus sonhos eu te sonhava!
Tu és... a única paixão antiga!




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