segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Diante de um túmulo de um "amigo da onça."

Um dia irás morrer e verei que teu mundo ruiu,
talvez recebas uma coroa de flores, enviada,
pelas pessoas  que você, sempre, traiu,
e tua alma, talvez, fique emocionada!

Irás para o vale das trevas... para o umbral,
onde o pranto e o ranger dentes... só dói,
fizestes, somente, com a vaidade... o mal,
encontrar a dor, como resposta, é que soe!

E verás cair sobre ti - a terra que cobre,
em vão tentarás - da morte e do fato fugir,
mas, nada tendo para dar, pois, é pobre,
dos valores da alma que agora vem te punir...

Quem sabe que por ti os sinos dobrem,
como última homenagem - ao homem do povo,
alguma beata ainda ore por ti e sobrem,
amigos a te esperar na crosta do mundo novo!

Oferta:
Não é mera coincidência se a carapuça te servir,
mas, não vai aqui, nenhuma intenção, proposital,
É que todos nos igualamos ao morrer... ao partir:
A diferença está na pratica do bem... ou do mal!



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