O livre arbítrio nos confere as oportunidades de decidir ou omitir as nossas ações, pois, se assim não fosse seria um contra senso as colheitas, que, certamente, abarrotam os nossos silos...
Quantas vezes, questionamos a forma com que o nosso destino é traçado pelo plano divino, nas veredas da compulsoriedade, que nos acena com os horizontes das dores, sofrimentos e desenganos? Quantas vezes?...
Isso, porque, somos seres humanos racionais e cometemos muitos erros fatais, pela nossa decisão ou omissão, portanto, o cadinho da dor é a solução para nosso espírito, transgressor contumaz, das leis imutáveis da vida...
Ao fazer uma opção sobre o caminho a seguir, já estaremos delineando o nosso futuro e as consequências inerentes, que haveremos de arcar, se ela for baseada na maldade, irresponsabilidade e egoísmo...
A busca da verdade, sempre, será a de conhecer aquilo que não sabemos, não entendemos e não compreendemos, mas, temos o nosso livre arbítrio para não procurá-la, nos comprazendo na zona de conforto, que nos indica um a lassidão, inércia e preguiça, até que a dor bendita, venha nos visitar nas horas mais imprevisíveis do tempo que passa, célere, como uma brisa de verão na primavera...
Aí, não adianta chorar, nem espernear... é aceitar a força dos fatos, pela decisão ou omissão, dos nossos atos...
Haja vista, que a omissão é uma decisão, portanto, a única coisa a fazer é mudar, transformar e tomar atitudes, que venham servir para o bem e ao amor entre os nossos semelhantes, para que possamos nos livrar do peso angustiante de decisões e omissões ignorantes...
Na vida e em tudo que fizermos, sejamos como o lírio no charco, que, mesmo vivendo no meio da lama, continua belo e puro, cuja brancura, nem Salomão se vestiu como um deles na sua realeza...
Que seja a nossa decisão em prol do bem e do amor!
Que seja a nossa omissão em detrimento do mal e do desamor!
Que seja este momento, o devenir das nossas decisões e omissões, para o porvir de nosso espírito imortal nas sendas da espiritualidade, auspiciando a vera felicidade, na paz que nos compraz!
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