Um soneto de amor tal qual uma ópera inacabada...
Onde estás... que não te vejo mais?
Quem será hoje o teu par constante?
Será que é um esperto e sarado rapaz?
Que tem por ti - um desejo - de amante?
Não sei porque fico, assim, tão louco,
Ao pensar que tu podes ser de alguém,
Me deixando a morrer pouco a pouco,
Na solidão aumentada pelo teu desdém!
Tua linda imagem baila na minha lembrança,
Nas notas da ópera de Bizet - na faculdade,
Teu nome começa com C...Só de saudade!
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