Qualquer que seja do homem a crença,
Todas elas devem ser respeitadas,
Não há como justificar uma desavença,
Nas contendas verbais... Armadas!
Todas as religiões por certo tem,
Sendo a sua a mais perfeita,
Nenhuma quer ficar no aquém,
Mas, de todas, ser a eleita...
Quando o homem acredita em Deus,
Todas as coisas da vida se resume,
No piscar, tremeluzente, do vagalume!
Eis que... O mais desgraçado dos ateus,
Nada faz de mal e mal de ninguém diz:
Mesmo sem crença... No céu será feliz!
Ofertório:
Deus... Em tudo sua glória Se revela,
Para navegar, não precisa de um navio,
Que singra, na vida, o mar imenso e bravio:
Com Deus, creia, o barquinho pode ser até à vela!
Um soneto ao meu filho Marcel,
no dia do seu aniversário, em vinte e tres de outubro de dois mil e dez!
ET: Êle é Coordenador de catequese na Igreja de Nossa Senhora do Sion, em Itanhaém
Teu pai! J.A. Jardim
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