" - Porquê?"
Foi a pergunta calada,
Que nunca foi perguntada!
Mas, por ironia da vida,
O seu pai: O grande heroi,
Não saberia respoder,
A razão do porquê,
Pois, não compreendia,
Os motivos da maldade
Da alma humana... quando tira
A vida de outra alma humana...
Mas, explica, maravilhosamente,
Um abalo sísmico...
Um terremoto...
Um tsunami...
Um maremoto...
Amparo-me na frase do dramaturgo inglês, W. Sheakespeare,
que possui um surrealismo utópico consistente!
" -Há muito mais mistério entre o céu e a terra do que possa imaginar a vossa vã filosofia!"
Nada acontece por acaso, mas, é difícil explicar: O porquê!
Isto tem gosto de amora azedinha, amarguinha: Blackberry!
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