Eu andava perdido e sem destino,
Seguia meu caminho bem à êsmo,
Pensando em cometer um desatino:
Fugindo da vida... e de mim mesmo!
Via meus filhos jogados ao léu,
Não encontrava quem os socorresse,
E já descrente das coisas do céu...
Seria melhor, que eu, também, morresse!
Gritei! Chorei! Implorei e tudo maldisse!...
Ao ver a dor nos olhos dos filhos meus,
Pedi até que a terra que piso se abrisse,
E cheguei a descrer... Do Poder de Deus!...
Porém, a Misericórdia Infinita do Nosso Pai,
Encaminhou teus passos junto aos passos meus,
E nos amparando... junto de todos, em silêncio vái!
Somos eternos devedores dos carinhos teus,
Sei que continuo não prestando: Mas, eu te amo!
E o teu nome: Maria José, neste poema... Declamo!
Egoísta e orgulhoso - A vida me fez assim!...
Sei que sofres muito ao meu lado... Sem razão,
Nestes vinte e cinco anos... Bem junto a mim:
Mas, te peço uma chance: Junto ao teu coração!
José Aloisio Jardim
Itanhaém, 17 de março de 2013
Nossa união oficial, deu-se em 22 de outubro de 1988.
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