segunda-feira, 4 de março de 2013

Nossos problemas: P/ Marcia Aparecida uma amiga!

De modo geral, um probema surge à frente e consideramo-nos, logo abatido pela aflição. Não raro contornamo-lo através da fuga deliberada. Noutras ocasiões, antes de arrostá-lo, resvalamo-nos em desânimo ou rebeldia. E lá se vai a chance da promoção.
Às vêzes, espíritos eternos e filhos de Deus, perdemos sucessivas oportunidades, simplismente, pelo medo de facear certas dificuldades, justas e necessárias ao nosso burilamento.
Os problemas, no entanto, constituem o preço da evolução.
Não há conhecimento sem experiência e não experiências sem provas!
Em todos os níveis da natureza permanecem esses princípios:  O embrião das plantas vive na semente um problema fundamental... como atravessar o envoltório que o resguarda, para construir seu próprio caminho em direção da luz?
A lagarta enfrenta outro... onde encascular-se para tornar-se borboleta?
Não fossem os desafios e exercícios da escola, a cultura, tanto quanto as civilizações seriam, tão somente, idéis remotas no campo frutífero da humanidade...
Não te amedrontes diante dos problemas que te visitem a alma, interrogando o amanhã... são eles recursos naturais da existência, medindo-te a capacidade de adaptação e crescimento.
Nunca te certificarias se possuis bastante reservas de coragem, sem os obstáculos, que te ensina a decifrar os segredos da auto-superação, e jamais saberias se, realmente, amas, sem a dor que te ajuda a desentranhar os mais puros sentimentos do coração.
Problemas são sinônimos de lições!
Se tens os caminhos repletos deles, isso significa que chegaste a madureza do espírito, com a possibilidade de enfrentar, simultaneamente, vários cursos de aperfeiçoamento no educandário do mundo.
Bendize o ensejo de testemunhar tua abnegação e tua Fé no Deus Todo Poderoso, qualquer que seja a tua Religião, porque, todo momento é tempo de compreender e perdoar, auxiliar e edificar, e toda hora, é  hora de aprender e tempo de progredir, sempre, com a fé, inabalável, em Deus!
Dizem nas religiões espiritualistas, que os nossos inimigos estão dentro de nossa casa e em nossa oficina de  trabalho, transformando-se em nossos problemas pela convivência difícil com alguns e prazerosos com outros, mas, sempre, tenhamos cuidados e saibamos amá-los e perdoá-los,  e, no mínimo, compreendê-los... Amigos, nós escolhemos, mas, parentes, a vida impõe, não é mesmo?
E quem somos nós para julgarmos os atos insanos de nossos semelhantes? O desvios de conduta?
Não estou falando da aceitação de tudo que nos fazem de mal, pois, às vêzes, temos que usar o látego nas mãos, pois, só assim, entendem os "vendilhões do templo", do tempo do Mestre Jesus... A Psicologia moderna chama isso de : Extrospecção!
Já o disse um  Revolucionário contemporâneo: " _ Ái que endurecer-se si hamas perder la serenidad!"
Nossos problemas estão aí, exigindo nossa capacidade de compreender, sem jamais tornarmo-nos verdugos de nós mesmos e do semelhante,
Temos, todos, que ser tratados com sabedoria e justiça! Amor e compaixão! Tolerância e perdão!
E tenho dito!
 
Itanhaém, 09/12/08
 
J.A.Jardim  ( Sêo Jardim )mmm
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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