- A nossa vida se torna muito vulnerável, pelos formadores de opinião daqueles que se dedicam em fazer o mal e ensombrar a dedicação, a boa vontade e a conduta correta, de um político bem intencionado... Porque? É muito simples de entender:
- Geralmente, quem assim procede, pertence a matilha dos vorazes corruptos que desejam uma fatia do bolo maior do que tem direito, e não se contentam com a divisão justa, quando está junto, no poder, diga-se de passagem, um poder temporal, passageiro, fugaz, efêmero!... pois, nada é para sempre, no entanto, esses homens criam dificuldades para vender facilidades na administração pública, denigrem a imagem do mandatário, com calúnias, fofócas e picuinhas de bastidores, semelhante ao cupim que vai consumindo a madeira, até que ela tombe e se disfaça, destruída no cerne de sua fortaleza e sua seiva...
- Por outro lado, por mais que um Gestor Público trabalhe, arduamente, os seus eleitores nunca estão satisfeitos com a sua maneira de conduzir, principalmente, o erário público: " _ Se faz, nunca está bom e se não faz, pior, ainda!...", pois, a crítica, está na ponta da língua para denegrir, destruir a imagem, levando, muitas vêzes, ao " Impeachetment", só pelo mórbido prazer de "exonerar", como se fosse um justiceiro... Justiceiro? Esses homens, são como ratos, porque , no mínimo, andam aos pares e, em quantidade, são verdadeiros covardes, insensíveis egocêntricos e corruptos...
- A sabedoria do Livro Sagrado nos alerta: " O mal é necessário, mas, ái daquele por quem o mal vier!"
- Queres conhecer o vilão? Dê-lhe na mão o bastão!
- Os vilões da vida pública estão ao nosso lado, fingindo-se de bonzinhos, compreensivos e caridosos: Distribuem "cestas básicas", facilitam ações subversivas às Leis , onde compram os votos dos desavisados e incultos eleitores, ou aos que tem ânsia das facilidades, dos ganhos fáceis e indevidos, pois, se há corruptos é porque há corruptores sem escrúplulos...
- Estas mazelas da alma humana estão longe de serem extirpadas, devido haver os que comprazem-se no erro com as desgraças dos seus semelhantes, isto, sim, é o cáos: Falta de caracter, de brio, de retidão de princípios e comportamento ético e moral...
- Ainda... e sempre há uma saída, basta que, cada um cumpra o seu dever como cidadão e lute para desmascarar estes réus do Tribunal da Administração Pública, onde conseguem o "habeas corpus" da sua condenação, antes do julgamento, cuja sentença, fica na porta de saída do Tribunal dos homens, porém, no de suas consciências, fica como ferro em brasa, que, um dia, despertará para as dores de seus débitos adquiridos, voluntariamente, através do livre-arbítrio...
- Pensamento religioso, à parte, a vida pública, mesmo com as agruras da empreitada, exerce um certo fascínio por tantos desafios e renúncias, tantas, que fazemos em prol de um mundo melhor, um país, um estado ou uma cidade melhor, somos, portanto, a luz no fim do túnel, a chama bruxuleante, que conduz o cidadão nas veredas escuras da sua ignorância e da sua ganância, pelo vil metal, facilmente disponibilizado pelos coiotes sanguinários da administração pública, que precisamos debelar com nosso exemplo, sustentados na força de vontade, inabalável, de não cair nas suas artimanhas, pela invigilância de nossas ambições e da satisfação do efêmero poder público, pela sua vulnerabilidade constante e desafiadora... dos nossos mais sagrados valores éticos e morais...
- Que responsabilidade, não é mesmo? Mas, vale apena!
- É o desafio e a vulnerabilidade da Administração Pública, que tem encantado os homens, desde quando os pensadores da antiguidade exaltavam seus discursos, sobre o que é a política, em suas verves sustentáveis e contundentes!
- Itanhaém, 05 de mar. 2013
- J.A Jardim ( Sêo Jardim ) AIL ( Academia Itanhaense de Letras )
Pensamentos e sonhos de um Poeta chamado JOSÉ ALOISIO JARDIM " Membro Efetivo da Academia Itanhaense de Letras!"
terça-feira, 5 de março de 2013
O desafio e a vulnerabilidade da Administração Pública
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