" - Eu te conheci e tu me conhecestes,
Bebi no teu ventre e senti a embriaguêz do
amor,
Devassei a mata virgem de tuas entranhas,
Percorri, com minha boca
ávida,
Os cimos himalaios dos teus seios intumescidos...
Em teus ouvidos
sussurrei juras de amor, que não pude cumprir...
Então, senti-me como um profano,
que penetra um templo sagrado,
E, impuro, comete mais um irreparável pecado!...
É por isso, que venho, de joelhos, implorar o teu perdão:
Mendigar teu amor, e a
chance, da minha redenção!"
E peço-te:
" - Deixe-me viver ao teu lado, pois,
agora:
Não sou mais casado!"
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