Exilado dos teus carinhos de guia,
São os filhos saídos do ventre teu,
Fostes viver ao lado da Virgem Maria,
Mãe da humanidade... e deste ex. ateu!
Como ave que corta o azul do céu,
E, saudosa, te perdes na amplidão,
Deixando nossos corações, ao léu,
Na terra de dor, provas e expiação!
Morte! Assis, dizia que renascemos,
Para a vida maior, única e eterna,
Quando, na verdade, nunca morremos!
E, à noite, meus sonhos e minhas ilusões,
Ao tentar alcançar: as minhas alucinações,
Vejo-as, totalmente, desfazê-las,
E minha alma fica... procurando-te,
Entre os astros e as estrelas!...
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