Bela e resplandescente... insinua,
com seus raios,
os apaixonados casais,
debaixo dos chapéus-de-sol,
da nossa rua,
que não veremos... jamais!
Ninguém mais ouve a minha lira,
nem comtemplam, no céu... a lua,
que foge dos teus olhos, de safira:
assim, é a minha vida, longe da tua...
lá, no infinito azul do céu,
resplandesce, tímida, a lua nova,
encoberta na transparência de um véu,
pede às estrêlas: E seu destino se renova!
Implora à Deus que lhe dê uma prova,
neste tempo de começo de primavera,
para sofrer, de fato... deveras,
assim, pediu a lua nova,
que recebeu uma resposta original:
Sumiu, inteiramente... No eclípse total!
Oferta:
A lua, chateada, já não é dos namorados,
que hoje: " Vivem no mundo da lua..."
Sem estarem... Apaixonados!
Insisto, para que nunca percas as virtudes que tens,
com as quais se enriquecem a minha vida,
desde que te conheci!
Itanhaém, início da primavera de 2009
J.A.Jardim ( Sêo Jardim )
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